A Seleção – Kiera Cass

Mas nem tudo está perdido! Quando achei que a literatura de janeiro estava arruinada, eis que surge uma luz no fim do túnel: A Seleção.

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Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e jóias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.

Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.

Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

O.k. No início fiquei comparando o pobre coitado com Jogos Vorazes, por causa da história de Illéa e da sociedade dividida em castas, mas logo chutei o pensamento pra escanteio e enxerguei o verdadeiro potencial do livro.

Sinceramente, não sei como descrever a história e muito menos como expressar meu entusiasmo com ela. America é uma protagonista fantástica e mais de uma vez, durante a leitura, aconteceu de eu dar pause e pensar: “Não! Ela não disse isso!”, porque a garota é tão divertida que causa essa reação. Admito que fui preconceituosa com Maxon, pelo lance dele ser um príncipe e tudo o mais – devo ter algum probleminha com a realeza, sei lá. De qualquer modo, imaginei que a autora iria sobrecarregar naquela aura principesca dele e não se esforçar muito para fazer um bom personagem… Estava enganada, o Maxon é um amor! Aspen é uma gracinha também, acho que desempenhou bem o seu papel no triângulo amoroso. Tão bem, que pela primeira vez em um romance não tenho absoluta certeza de qual dos dois a protagonista deve escolher. Quer dizer, acho o que o certo seria ela ficar com Aspen, porque ele já era seu namorado muito antes da Seleção e coisa e tal, mas o que eu queria mesmo era que ela ficasse com Maxon, porque eu gostei dele e pronto, sem longas explicações.

A Seleção é um livro leve, romântico e divertido. Quem já gosta das princesas da Disney, vai se apaixonar ainda mais por este conto de fadas moderno, repleto de castelos, bailes, vestidos, glamour e príncipes encantados. Isso sem mencionar o triângulo amoroso!

Estou louca para ler o conto que a autora escreveu pela perspectiva do príncipe Maxon (The Prince, que será lançado dia 5 de março) e também me corroendo de vontade para por as mãos na continuação da série. O melhor é que descobri que o segundo livro, “A Elite”, sai dia 23 de abril, um dia antes do meu aniversário, ou seja, é obvio que a Kiera Cass escreveu ele especialmente para mim, ceeeerto? :B

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